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Lestrigões

quinta-feira, 7 de abril de 2016.

Lestrigões são uma tribo de gigantes antropófagos da mitologia greco-romana. 


                  O termo lestrigão foi derivado da palavra grega laisêion, ¨couro cru¨ ou ¨pele¨ e trigaô, ¨reunir¨. 


                São conhecidos por serem ativos, dedicados, eficientes e praticamente incansáveis, trabalham dia e noite como pastores e se alimentam do próprio rebanho, também comem qualquer humano que aparecer pelas suas terras.
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Kelpies

terça-feira, 19 de maio de 2015.


Os kelpies são criaturas da mitologia Celta , que por sua vez são descritos como seres parecidos com fortes cavalos que assombram os rios e lagos da Escócia e Irlanda.


Normalmente preto (embora as vezes seja descrito com outras cores), o animal pode ser identificado por sua crina constantemente encharcada, pingando sem parar.


Sua pele tem uma textura similar à de uma foca, lisa e macia, mas gelada como um cadáver.


As lendas afirmam que o monstro atrai os seres humanos, especialmente crianças, para que montem em suas costas. Uma vez posicionadas, ele gruda as vítimas ao seu corpo e mergulha em grandes porções de água, afogando e devorando seus alvos.


Outras versões alegam que o ser é capaz de se transformar em uma bela mulher para atrair homens.
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Hipocampo

terça-feira, 21 de abril de 2015.
O Hipocampo (Grego: hippos = cavalo, kampi = monstro1 ) é uma criatura mitológica partilhada pela mitologia Fenícia e Grega. Tem tipicamente sido descrito como cavalo na parte anterior do seu corpo como peixe na parte posterior como a cauda de um peixe escamoso, como um cavalo-marinho.

Na mitologia grega, o hipocampo servia de companhia e montaria às nereidas e de animal de tração ao carro de Poseidon. Criados por Poseidon a partir da espuma do mar, são animais com caudas de peixe brilhantes, semelhantes ao arco-íris, e a parte frontal de seus corpos são de corcel branco. Os hipocampos são as montarias do exército de Posidão. Homero associa Posidão, que era o deus dos cavalos, tremores na terra e no mar, causados pelos cascos de bronze dos cavalos sobre a superfície do mar, e Apolónio de Rodes, sendo conscientemente arcaico em Argonautica, descreve o cavalo de Posidão que emerge do mar e galopando para longe do outro lado das areias líbias.

Em imagens helenísticas e romanas, no entanto, Posidão (ou Netuno) muitas vezes leva uma carruagem marítima puxada por hipocampos. Assim, hipocampos são associados com esse deus em ambas as representações antigas e as mais modernas, como nas águas do século 18 na Fonte de Trevi em Roma.

O aparecimento de hipocampos em água doce e água salgada é contra-intuitivo para uma audiência moderna, embora não a antiga. A imagem grega do natural ciclo hidrológico não tem em conta a condensação de água na atmosfera em forma de chuva para reabastecer o lençol freático, mas imaginou a água do mar sendo "reabastecida" através de cavernas e aqüíferos.
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Náiades

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015.


As Náiades são as ninfas da Água Doce, que, tal como as sereias, possuem uma linda voz, e, além do controle sobre a água elas tinham o dom da cura e da profecia.
Como todas as outras ninfas, as náiades representavam de muitas maneiras os símbolos sexuais femininos do mundo antigo.
Entretanto, ao mesmo tempo que elas seduziam muitos indivíduos, elas eram seduzidas por alguém.
Esse nome, "Náiade," provém do verbo, em grego, "nân", que significa "correr" ou "escorrer".Quanto ao surgimento destas, não se sabe ao certo, quem são os pais das mesmas.
Homero, na Ilíada, descreveu-as como sendo filhas de Zeus.Já outros, consideram a possibilidade de serem filhas de Oceano, ou de Poseidon.
Elas habitam vários locais, como por exemplo, rios, fontes, nascentes, lagos, lagoas, poços, pântanos, ou até mesmo as cachoeiras e, são classificadas de acordo com os mesmos:

Crinéias; são as ninfas náiades que habitam as fontes.
Limneidas(ou Limnátides); são as ninfas náiades que habitam os lagos.
Pegéias; são as ninfas náiades que habitam as nascentes.
Potânides, são as ninfas náiades que habitam os rios.
Eleionomae; são as ninfas náiades que habitam os pântanos.
Todo curso d'água tem uma delas como protetora.
As Pegéias tinham suas distintas fontes naturais, e, as Crinéias, que presidiam nas fontes das cidades, foram as maioria comumente mais adoradas, e, individualizadas das outras ninfas.
Aquelas que possuíam suas águas com alguma propriedade especial(ou que se julga ter alguma dessas), tinham muitas vezes, cultos próprios e santuários em suas respectivas homenagens.
Exemplos disso incluem, as Anigrides de Elis, porque, acreditava-se que, suas as águas serviriam para curar as doenças e enfermidades, mas, além disso, também haviam as ninfas náiades Helikon e Delphoi, as quais, acreditava-se que suas águas eram destinadas a dar inspiração poética e profética, respectivamente.
As Náiades eram objetos de arcaicos cultos locais, sendo essenciais, até mesmo para os humanos.Meninos e meninos iam à uma cerimônia, na qual, dedicavam seus bloqueios infantis para a náiade da primavera.Em locais como Lerna, o ritual de limpeza da água foi garantido graças às propriedades mágicas medicinais.
As Náiades tiveram seus amores, podendo ser humano ou não, mas o final, nem sempre é feliz, porque, às vezes pode ser sofrido. A Náiade Nomia, apaixonou-se por um belo pastor chamado Daphnis e, mesmo assim, não conseguiu fazer, nem aquilo que era suficiente para ele.Desta forma, ele recompensar seu amor com infidelidade e a ninfa, devolveu-lhe sua inconstância.
Algumas das Náiades casaram-se com reis e, isso melhorou muito a genealogia das famílias reais do mito.Outras Náiades, tal como, as lindas filhas de Asopos, eram amadas pelos deuses.Elas muitas vezes deram seus nomes às cidade, e, às ilhas e, como tal, foram consideradas deusas protetoras dos abastecimentos de água da comunidade onde vivem, podendo ser apenas uma nascente, um fluxo de uma fonte, ou, simplesmente, uma fonte.
Dizem que, as Náiades, apesar desta visão protetora, também eram perigosas e muitas vezes eram conhecidas por serem ciumentas, em relação aos homens.Conta-se que Hylas (um amigo de Hércules), perdeu-se porque, as ninfas o haviam seduzido e, assim, levado o mesmo embora, pois, elas estavam muito fascinadas, com a beleza do rapaz.
As náiades, juntamente com a deusa Ártemis, eram consideradas como enfermeiras para as meninas e moças, e, tinham como função, supervisionar a passagem segura das mesmas, para a vida adulta.
Da mesma forma, Apolo e os Deuses-Rio, eram considerados os padroeiros de meninos e de jovens rapazes.
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Minotauro

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015.
O Minotauro (touro de Minos) é uma figura mitológica criada na Grécia Antiga. Com cabeça e cauda de touro num corpo de homem, este personagem povoou o imaginário dos gregos, levando medo e terror. De acordo com o mito, a criatura habitava um labirinto na Ilha de Creta que era governada pelo rei Minos.

Conta o mito que ele nasceu em função de um desrespeito de seu pai ao deus dos mares, Poseidon. O rei Minos, antes de tornar-se rei de Creta, havia feito um pedido ao deus para que ele se tornasse o rei. Poseidon aceita o pedido, porém pede em troca que Minos sacrificasse, em sua homenagem, um lindo touro branco que sairia do mar. Ao receber o animal, o rei ficou tão impressionado com sua beleza que resolveu sacrificar um outro touro em seu lugar, esperando que o deus não percebesse. 

Muito bravo com a atitude do rei, Poseidon resolve castigar o mortal. Faz com que a esposa de Minos, Pasífae, se apaixonasse pelo touro. Isso não só aconteceu como também ela acabou ficando grávida do animal. Nasceu desta união o Minotauro. Desesperado e com muito medo, Minos solicitou a Dédalos que este construísse um labirinto gigante para prender a criatura. O labirinto foi construído no subsolo do palácio de Minos, na cidade de Cnossos, em Creta.

Após vencer e dominar, numa guerra, os atenienses , que haviam matado Androceu (filho de Minos), o rei de Creta ordenou que fossem enviados todo ano sete rapazes e sete moças de Atenas para serem devorados pelo Minotauro.

Após o terceiro ano de sacrifícios, o Herói Grego Teseu resolve apresentar-se voluntariamente para ir à Creta matar o Minotauro. Ao chegar na ilha, Ariadne (filha do rei Minos) apaixona-se pelo herói grego e resolve ajudá-lo, entregando-lhe um novelo de lã para que Teseu pudesse marcar o caminho na entrada e não se perder no grandioso e perigoso labirinto. Tomando todo cuidado, Teseu escondeu-se entre as paredes do labirinto e atacou o monstro de surpresa. Usou uma espada mágica, que havia ganhado de presente de Ariadne, colocando fim aquela terrível criatura. O herói ajudou a salvar outros atenienses que ainda estavam vivos dentro do labirinto. Saíram do local seguindo o caminho deixado pelo novelo de lã.

O mito do Minotauro foi um dos mais contados na época da Grécia Antiga. Passou de geração em geração, principalmente de forma oral. Pais contavam para os filhos, filhos para os netos e assim por diante. Era uma maneira dos gregos ensinarem o que poderia aconteceu àqueles que desrespeitassem ou tentassem enganar os deuses.
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Azrael

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015.

Azrael é o nome do Arcanjo da Morte, em algumas tradições extra bíblicas. Ele também é o anjo da morte na teologia islâmica. Esse nome é a forma inglesa do nome árabe Azra'il ou Azra'eil, o nome tradicionalmente atribuído ao anjo da morte no Islã e no Sikhismo, bem como em algumas tradições hebraicas. O Alcorão nunca usa este nome, referindo-se a ele como Malak al-Maut (que se traduz diretamente como anjo da morte). Também é soletrado Izrail, Azrin, Izrael, Azriel, Azrail, Ezraeil, Azraille, Azryel ou Ozryel. O Chambers English dictionary usa a ortografia Azrael. O nome significa literalmente "Aquele à quem Deus ajuda".

Embora algumas fontes tenham especulado sobre uma conexão entre Azrael e o sacerdote Esdras, ele é geralmente descrito como um arcanjo, cuja longa história antecede a esta figura. Ao invés de simplesmente representar a morte personificada, Azrael é normalmente descrito em fontes islâmicas como subordinado à vontade de Deus. No ínicio da história cristã foi dito que Azrael subiu aos céus sem realmente morrer. Ele foi mencionado pelo herege Marcião nomeado como "Anjo da Lei". Ele é um dos 4 mais elevados anjos de Alá.


No misticismo judaico, ele é identificado como a personificação do mal, não necessariamente ou especificamente o próprio mal. Dependendo da perspectiva e preceitos de várias religiões em que ele é uma figura, Azrael pode ser retratada como residindo no terceiro céu.


Em uma de suas formas, ele tem quatro faces e quatro mil asas, e todo o seu corpo é constituído de olhos e línguas, cujo número corresponde ao número de pessoas que habitam a Terra. Ele será a última a morrer, gravar e apagar constantemente em um grande livro, os nomes dos homens no nascimento e óbito, respectivamente.


Os homens do Marrocos tinham o costume de raspar a cabeça, deixando um único tufo de cabelo em qualquer coroa, à esquerda ou à direita da cabeça, de modo que o anjo Azrael fosse capaz de "puxá-los para o céu no último dia."


Azrael, tanto como um personagem ou um mais conceito abstrato, tem sido adotado por diversos artistas, músicos, poetas e autores ao longo dos séculos para se expressar ou evocar uma variedade de diferentes significados e emoções no leitor - muitas vezes aproveitando a ressonância cultural do seu nome para o efeito.

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Aracne ( A Lenda )

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015.

Numa antiga região da Ásia Menor chamada de Lídia, vivia uma jovem de nome Aracne, que tinha uma extraordinária habilidade e grande reputação na arte de tecer e bordar.



As tapeçarias que desenhava eram tão belas e perfeitas que pessoas vinham de terras distantes só para contemplá-las. Devido a tanta admiração, Aracne começou a comparar-se à Atenas - deusa das fiandeiras – e que seria capaz de derrotá-la na arte da tecelagem. Quando a notícia chegou ao Olimpo, Atenas ficou furiosa com a petulância da mortal. Sentiu-se desafiada e resolveu aceitar a competição com Aracne, para ver quem merecia de fato ser considerada a melhor na arte de bordar. Antes, porém, a deusa disfarçou-se de uma humilde velhinha e foi ter com Aracne. Pediu-lhe que a escutasse, devido à experiência de sua idade avançada: "Busque entre os mortais toda fama que desejar, mas reconheça a posição da deusa". Aracne, entretanto, não aceitou os conselhos da deusa, e, mais uma vez, a desafiou, dizendo: "Por que motivo sua deusa está evitando competir comigo"? Nesse momento, Atenas tirou o disfarce e todos, ao redor, ficaram surpresos, exceto Aracne, que permaneceu impassível. As duas, então, deram início à competição.



Ambas trabalharam com rapidez e habilidade. Atenas representou sobre a tapeçaria os doze deuses do Olimpo em toda a sua majestade e para aviso da sua rival acrescentou nos quatro cantos a representação de quatro episódios mostrando a derrota dos mortais que tinham ousado desafiar os deuses. Aracne ousou ilustrar sobre o seu trabalho as conquistas amorosas de Zeus. Sob a forma de touro, arrebatando Europa; sob a forma de águia, abordando Astéria; sob a forma de cisne, conquistando Leda; sob a forma de sátiro, fazendo amor com Antíope; Zeus fazendo-se passar por Anfitríon para seduzir Alcmene, mãe de Heraclés (Hércules); Zeus, o pastor que fez amor com Mnemosine, mulher-titã; e, ainda, Zeus conquistando Egina, Deméter e Danae, disfarçado de chama, serpente e chuva de ouro, respectivamente. Isso deixou Atenas tão enraivecida que rasgou em pedaços o trabalho e golpeou, com o bastão de tecer, a cabeça Aracne. Ultrajada e desesperada, Aracne enforca-se.



Atenas, ao ver o que sua cólera havia provocado, compadeceu-se de Aracne e transformou a corda que ela usara para enforcar-se numa teia. Em seguida, derramou sobre Aracne fluidos retirados das ervas da deusa Hecate e transformou-a em uma aranha. Dessa forma, Aracne foi salva da morte, embora condenada a ficar dependurada em sua teia a fiar e a tecer para sempre.


                                                                                                                                  FONTE
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Lamia

domingo, 11 de janeiro de 2015.


As lâmias (do grego laimos, "garganta") eram seres da mitologia grega com forma de mulheres belas e fantasmagóricas, que devoravam crianças ou que, com artifícios sensuais, atraíam os jovens a seus leitos para devorá-los ou sugar-lhes o sangue.


Presume-se que podiam tomar forma humana, mas supunha-se que, ao atingir seu objetivo, retornavam à sua forma verdadeira de mulher-serpente, ou de uma besta quadrúpede e feroz.


Na Alta Idade Média, o termo lâmia referia-se, no folclore popular, a espíritos que voavam a noite. Depois de 1450, as lâmias começaram a aparecer em tratados inquisitoriais de feitiçaria, referindo-se a feiticeiras. Alguns deles derivavam erradamente seu nome do latim laniare ("lanhar"), porque as bruxas, segundo os autores, devoravam carne humana.


A lenda da Rainha Lâmia


Segundo o mito, Lâmia foi originalmente uma belíssima rainha da Líbia, filha de Poseidon e amante de Zeus. Hera, mulher de Zeus, corroída pelos ciúmes, matava os filhos de Lâmia ao nascerem (exceto Cila e Aquileu, segundo algumas versões), ao final, a transformou em um monstro (em outras versões Lâmia foi esconder-se em uma caverna isolada e o que a transformou em um monstro foi seu próprio desespero).


Por fim, para torturá-la ainda mais, Hera a condenou a não poder fechar os olhos, de forma que sempre estivesse obcecada pela imagem dos filhos mortos. Zeus amenizou seu sofrimento dando-lhe o poder da profecia e a capacidade de tirar e pôr os olhos quando quisesse descansar, mas Lâmia passou a invejar as outras mães e por isso devorava seus filhos.


Mitos de lâmias


Segundo opinião bastante difundida, a Lâmia mitológica serviu de modelo para as lâmias (Lâmiae em latim), ora descritas como bruxas canibais, ora como espíritos ou como monstros, que geralmente tinham forma humana da cintura para cima, mas com caudas de serpente. As Lâmias atraíam os viajantes expondo os belos seios e emitindo um agradável cicio, para depois matá-los, sugar seu sangue e devorar seus corpos. Neste aspecto, as Lâmias constituem um antecedente dos súcubos da Idade Média e das modernas vampiras.


Na Vida de Apolônio, de Filóstato, conta-se que em Corinto, uma lâmia tomou a forma de uma fenícia bela e rica, rodeada de servos e tesouros ilusórios, para seduzir Menipo, discípulo de 25 anos do profeta pagão Apolônio de Tiana. Na véspera do casamento, Apolônio a reconheceu e a denunciou, obrigando-a a desfazer seu disfarce e confessar que pretendia devorar o belo Menipo.


Nas Metamorfoses, de Antoninus Liberalis (século II), Lâmia, também chamada Síbaris, era uma mulher-serpente que vivia em uma caverna do monte Crífis e dizimava homens e rebanhos de Delfos, na Fócida, até ser morta por um herói chamado Euríbaro. Este se apaixonou por um jovem chamado Alcioneu, que ia ser sacrificado ao monstro e ofereceu-se para ser levado em seu lugar. Ao chegar à caverna, agarrou Lâmia e a jogou das rochas. Onde ela tombou, surgiu uma fonte conhecida como Síbaris, que mais tarde deu nome a uma cidade da Itália.





No folclore da Grécia moderna, Lâmia é uma ogra suja, estúpida, glutona e antropófaga que vive em uma casa ou torre remota, come carne humana e tem habilidades mágicas. Nos contos de fadas, o herói precisa evitá-la, enganá-la ou cair em seu favor para conseguir algum objeto mágico ou informação crucial. Em alguns contos, a lâmia tem uma filha que também é mágica e ajuda o herói, eventualmente apaixonando-se por ele.


Em grego moderno, a expressão "της Λάμιας τα σαρώματα" ("varrida de Lâmia"), refere-se a negligência e desmazelo e se diz "τό παιδί τό 'πνιξε η Λάμια" ("a criança foi estrangulada pela Lâmia") para a morte súbita de uma criança no leito.


Na Vulgata, a tradução da Bíblia por São Jerônimo, o nome de Lilith foi traduzido por Lâmia em uma passagem do livro de Isaías, 34:14: "Nela (a terra de Edom) se encontrarão cães e gatos selvagens, e os onocentauros chamarão uns pelos outros; Lâmia frequentará esses lugares e neles encontrará o seu repouso".





No folclore búlgaro, a lâmia é uma criatura com muitas cabeças, que crescem outra vez se forem cortadas. Vive em cavernas ou no subsolo e atormenta os povoados alimentando-se do sangue das pessoas ou matando mulheres jovens. Em algumas historias tem asas, em outras, sua respiração é de fogo.


Na mitologia basca, as Lâmias são gênios com pés e garras de ave e cauda de peixe. Quase sempre femininos e de admirável beleza, moram nos rios e fontes, onde costumam pentear suas longas cabeleiras. São em geral amáveis, mas ficam enfurecidas se alguém rouba seus peixes. Às vezes se apaixonam por mortais e até têm filhos com eles, mas não podem se casar.


Algumas versões do mito dos vampiros fazem uma descrição das lâmias como uma personificação dos vampiros, citando-as como vindo de uma espécie de nascimento vampírico, ou seja, vampiros que nascem de outros vampiros, tendo assim uma “vida normal” onde crescem, desenvolvem-se e as vezes envelhecem, ao contrario dos vampiros criados a partir de humanos comuns. Estes sendo os originais da rasa dando assim origem aos tradicionais vampiros.


Representações das lâmias


É possível que Lâmia fosse originalmente um monstro marinho semelhante a um tubarão (em grego, a palavra lâmia refere-se também a um tubarão grande e solitário). Porem nos mitos gregos e medievais, as lâmias são geralmente representadas como belas mulheres da cintura para cima e serpentes da cintura para baixo.


No século XVII, as lâmias foram também descritas como seres quadrúpedes, com garras nas patas da frente, cascos nas patas traseiras, cobertos de escamas, com cabeça e seios de mulher e pênis de homem (embora fossem fêmeas).

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Os 10 Piores Demônios

sábado, 22 de novembro de 2014.
Conheça os piores demônios da mitologia e teologia

10. Abyzou
Origem: mitologia judaica
Também conhecido como: Abizou, Obizu, Obizuth, Obyzouth e Byzou

Era crido que este demônio feminino era responsável por abortos espontâneos, nati-mortos, e a mortalidade infantil. As “Abyzou” eram tidas como inférteis, e por inveja, buscavam provocar esses atos. Ela é muitas vezes representado por serpentes e até mesmo como ser aquático.

9. Agares
Origem: demonologia cristã
Também conhecido como: Agreas

É dado a este demônio “masculino” o dom da paralisação, o que no caso de uma fuga (de uma tsunami ou um agressor) é extremamente nocivo. Também é dito ser um dos demônios controladores de terremotos. Agares possui o domínio dos idiomas, com foco na palavrões e insultos étnicos.

A ele também é creditado ser governante da zona oriental do Inferno, e ele diz-se ter 31 legiões de demônios sob seu comando. É dessa lista um dos, (se não a mais) bizarro em sua aparência: frequentemente retratado como um ancião pálido montando em um crocodilo, com um falcão atado a seus punhos.

8. Aka Manah

Origem: mitologia zoroastriana
Também conhecido como: Akem Manah, Akoman, Akvan

Seu nome significa “manah fez mal”, neste caso, a palavra “manah” representa “a mente”. Muitos se referem a ele como o demônio das “más intenções”, “mente do mal”, “o propósito do mal”, ou “maus pensamentos”. Seu trabalho: Evitar que pessoas cumpram suas obrigações morais (isto é:. Ser um bom pai, salvar uma vida, honestidade, etc)




7. Ala


Origem: mitologia pré-eslava, eslava e demonologia cristã
Também conhecido como: plural: Ale

Ale são alguns dos poucos demônios nesta lista que não só fazem maldades, mas podem ser persuadidos a fazer boas ações, ou mesmo auxiliar alguém. Estão ligados às condições de tempo (mais comum são granizo e trovoadas) sobre fazendas, pomares e vinhas, a fim de destruir as culturas(alguns “teólogos” das igrejas neo-pentecostais associam esses com os gafanhotos citados no livro do profeta Joel . Alimentar-se de crianças é outra atribuição a estes. Acreditava-se que os Ale, quando realmente famintos, eram capazes de comer parte da luz da lua, ou mesmo o sol, criando assim os eclipses. Tidos como grande ameaça ao estado “físico e mental, por serem capazes de incorporar em médiuns. No entanto, se você se aproxima de um Ala com confiança e respeito, este e os outros Ale serão capazes de salvar sua vida, sempre que necessário, e até torná-lo rico! Caso você não queira muita amizade com os Ale, saiba que eles tem pavor de águias (?). Pessoas que conseguiram vê-los relatam formas diversas; alguns dizem que parecem com os corvos, outros, como nuvens ou ventos escuros; muitos relatam semelhança com cobras ou dragões femininos. Acredita-se que vivem em lagos, nascentes, nuvens, montanhas inacessíveis, florestas, cavernas ou árvores gigantescas.

6. Asag
Origem: mitologia sumeriana

Asag é um dos muitos demônios causadores de doença. “E daí?”, você diz, “o que difere de outros demônios que causam doenças?”. Bem, segundo a mitologia, ele manteve relações sexuais com todas as montanhas do mundo, tendo assim ninhadas de “diabos-rocha”, descendência criada para defende-lo em qualquer batalha. A ele é creditado uma feiura incrivelmente profunda, que é capaz de ferver mares e rios, apenas por vê-lo a distância.

5. Belphegor

Origem: demonologia cristã e mitologia cabalística

Belphegor é absolutamente inacreditável: Começou sua carreira na Assíria há milênios. Era conhecido por Baal-Peor, e era associado a orgias, e outros tipos de perversões. Os israelitas adoravam na forma de um ídolo fálico(em formato de pênis). Mais tarde, na mitologia cabalística, era tido por tornar pessoas paranóicas, ou mesmo, usando da ganância nativa no ser humano, seduzia-os com dinheiro e riqueza patrimonial. Difícil dizer que é complicado achar matéria para invocar Baal-Peor, já que ele exige excremento humano como oferta (talvez daí surja a crença que sonhar com fezes significa dinheiro)! No século 16, ele mudou seu nome para Belphegor, e mudou – levemente – sua estratégia. Ele abandonou a ideia de causar desconfiança mútua nas pessoas, e ao invés disso, concentrou-se nas invenções. Ele “sugeriria” aos inventores criações absurdas (ainda que plausíveis), e então usar sua capacidade de estimular a ganância a sua habilidade de gerar a cobiça pelo sucesso.

Segundo a lenda, Belphegor foi enviado do Inferno para espalhar justificativas contra e desmentir os rumores de que o casamento poderia resultar em felicidade, mostrando que não há condições de ser feliz dentro de um matrimonio. Foi quando ele optou em permanecer na Terra. Seus atributos mais bizarros: Conta-se ser física, mental e estrategicamente mais forte no mês de Abril, e no inferno é embaixador de Satanás para a França. Belphegor também desempenhou um papel no livro de Milton, “Paradise Lost”.

É comummente retratado como um ser de hedionda barba com chifres e garras, ou uma belajovem.

4. Jikininki

Origem: mitologia japonesa budista

Jikininki são espíritos de pessoas egoístas, gananciosas ou maldosas, já falecidas. Diz-se estarem amaldiçoados a praticar a necrofagia (alimentar-se de cadáveres humanos). Também é dito que levam objetos de valor dos cadáveres, a fim de subornar vigilantes ou funcionários locais, para não serem incomodados. Diferentemente da maioria dos demônios, eles realmente odeiam o que se tornaram, e estão em um estado constante de auto-rejeição e auto-aversão. Alguns relatos afirmam que eles são tão aterrorizantes, e que os que os vêem, ficam paralisados de medo. Outros indicam que os Jikininki podem assumir a forma de seres humanos normais, e até mesmo levar uma vida aparentemente normal de dia. Eles são notáveis ​​na medida em que, ao contrário de outras gaki ou rakshasa (“fantasmas famintos”), e os fantasmas de um modo geral, eles são uma espécie rara, se é que se pode usar tal termo nesse contexto.

3. Pontianak

Origem: mitologia indonésia
Também conhecido como: Kuntilanak, Matianak, ou Boentianak

Os Pontianak são espíritos de mulheres que morreram durante o parto, tornando-se mortos-vivos. Pontianak buscam assustar as pessoas (principalmente homens), e depois arrancar seus órgãos internos para a alimentação com as suas garras. No caso dos homens que os Pontianak descubram que quando eram vivos abusaram sexualmente ou traíram seus cônjuges, removem a genitália do homem com as mãos nuas. São muito parecidas com vampiros, no entanto, agem mais por vingança, em vez de necessidade ou sustento.

Também é difícil julgar qual distância estão já que um grito alto significa que o Pontianak está longe, enquanto um grito suave significa que o Pontianak fica nas proximidades. Diz-se também que uma fragrância floral leve é ​​detectada a primeira vista, no entanto, as mudanças de odor mudam para algo podre depois de um curto período de tempo. Acredita-se que vivem em bananeiras.

2. Senhora do meio-dia.


Origem: mitologia eslava
Também conhecido como:Pscipolnista, Poludnica, Polednice

“Dama do meio-dia” é, certamente, um demônio exclusivamente fêmea. Com perguntas complicadas, feitas com vocabulário rebuscado, procurava trabalhadores nos campos e lugares ermos e abertos, geralmente nos dias quentes de verão, ao meio-dia, horário mais quente do dia. Qualquer resposta incorrecta resultava em sumária execução por decapitação, seja com uma foice, ou um par de tesouras. A “Senhora” é também a personificação da insolação, além de enlouquecer as pessoas como causa do calor, em vez de decapitação. Sua descrição varia entre uma menina de 12 anos de idade, uma mulher velha, ou uma mulher bonita em geral.

1. Lamashtu


Origem:sumeriana e da mitologia mesopotâmica
Também conhecido como: Dimme

Lamashtu é um hediondo e aterrorizante demônio. Diz-se que ameaça mulheres durante e após a gravidez. Ameaças de sequestros de crianças enquanto estão amamentando, para beber seu sangue, e mastigar seus ossos.

Acrescente a isso o fato de que seus hobbies incluem: infestar rios e lagos, matando plantas e outras formas de vida, sugando o sangue dos homens, criando distúrbios de sono, espalhando doenças e enfermidades, e provocando pesadelos.

Diferentemente da maioria dos demônios da mitologia mesopotâmica, ela não obedece a hierárquias, ou a qualquer deus ou homem, ou mesmo qualquer um da hierarquia celestial. Assim, Lamashtu era a personificação do mal, fazendo que as mulheres grávidas e seus entes queridos rotineiramente invocavam outro demônio, Pazuzu, para protegê-los. Para os não iniciados, Pazuzu era o demônio que ficou famoso pelo filme “O Exorcista”. Conta-se que Pazuzu e Lamashtu foram ferozes rivais, que se atacam sistematicamente na primeira oportunidade. Mesmo Pazuzu sendo conhecido por trazer fomes e secas, em grávidas tinham tanto medo de Lamashtu, que preferiam correr o risco! Isso significa que, sim, o desempenho Linda Blair em “O Exorcista” não foi nada, se comparado à ira de Lamashtu! Lamashtu é geralmente descrito como um “híbrido mitológico”, com a cabeça de uma leoa, os dentes e as orelhas de um burro, a pé de um pássaro (completo com garras afiadas), bem como um corpo peludo, e dedos longos e afiados e unhas. Ela é geralmente representada por uma combinação de um cão e um porco segurando cobras, de pé ou ajoelhado sobre um burro; sutil
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Jikininki

sexta-feira, 21 de novembro de 2014.
Jikininki são espíritos de pessoas egoístas, gananciosas ou maldosas, já falecidas. Diz-se estarem amaldiçoados a praticar a necrofagia (alimentar-se de cadáveres humanos). Também é dito que levam objetos de valor dos cadáveres, a fim de subornar vigilantes ou funcionários locais, para não serem incomodados.

Diferentemente da maioria dos demônios, eles realmente odeiam o que se tornaram, e estão em um estado constante de auto-rejeição e auto-aversão. Alguns relatos afirmam que eles são tão aterrorizantes, e que os que os vêem, ficam paralisados de medo. 

Outros indicam que os Jikininki podem assumir a forma de seres humanos normais, e até mesmo levar uma vida aparentemente normal de dia. Eles são notáveis ​​na medida em que, ao contrário de outras gaki ou rakshasa ("fantasmas famintos"), e os fantasmas de um modo geral, eles são uma espécie rara, se é que se pode usar tal termo nesse contexto. Mas com certeza seria ótimo se aprofundar e saber mais sobre essa mitologia.
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Brincalhões

segunda-feira, 22 de setembro de 2014.
Brincalhões são criaturas imortais que prosperam na criação de corrupção e caos. Com o poder de fazer objetos se materializarem no ar, o brincalhão realiza suas proezas destrutivas das mais variadas formas. 

Bem humorado, a sua intenção é humilhar o adversário. Há uma série de deuses, semi-deuses ou seres mortais na mitologia e no folclore do mundo que se enquadram na categoria mais ampla dos “brincalhões”. O mais famoso talvez seja Loki, deus da travessura na mitologia nórdica.
Alguns limitam-se á brincadeiras, mas a maioria tem um papel crucial na criação, destruição, ou o funcionamento do universo. Uma característica essencial é sua capacidade de cruzar fronteiras, os limites. Podem manipular o tempo e a realidade conforme sua vontade. 

Como eliminá-los? É difícil, quase impossível matar um brincalhão, eles tem um talento para enganar a morte, é aconselhável nem tentar. 

Para matar um brincalhão deve-se mergulhar uma faca no sangue de sua vítima e cravá-la no coração da criatura.
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Cérbero

sábado, 12 de julho de 2014.

Cérbero, um cão monstruoso de três cabeças e cauda em forma de serpente, era filho de Equidna e de Tífon, portanto irmão de Ortro, da Hidra de Lerna e da Quimera. Ele guardava a entrada do Hades e permitia a entrada de todos, mas não deixava que ninguém saísse.

Quando os homens morriam, eram transportados na barca de Caronte para a outra margem do rio Aqueronte, onde se situava a entrada do reino de Hades. Não só atormentava as almas que tentavam escapar do inferno, como também as que ali penetravam
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Lilith

sexta-feira, 18 de abril de 2014.
O livro de Gênesis é bastante debatido em seus primeiros capítulos que se referem à criação humana. Existem questionamentos quanto ao termo “à nossa imagem e semelhança” estar no plural e não no singular, outros questionam a criação do homem ter sido feita do barro, ou o porquê de Eva ter sido feita da costela de Adão. Mas uma questão incomum é a presença de uma figura feminina chamada Lilith no momento da criação do ser humano, fato tão presente na cultura judaica (e também no folclore hebreu, na mitologia Suméria entre outros lugares), porém tão negligenciada pela versão atual da Bíblia Sagrada. Nos dias atuais, Lilith só é citada uma vez na Bíblia, em Isaías 34:14 (ver comentário a respeito ao longo do texto), e mesmo assim, só em versões mais antigas das escrituras.
Lilith, ou Lilit (em hebraico: לילית) é principalmente conhecida como um demônio feminino da mitologia Babilônica que habitava lugares desertos. Os primeiros registros que se tem dela é sob o nome Lilitu, representando uma categoria de demônios na Suméria de 3000 A.C. Na Suméria e na Babilônia ela ao mesmo tempo que era cultuada, era também identificada como espírito maligno. Muitos estudiosos atribuem a origem do nome fonético Lilith por volta de 700 A.C., e com este nome é referida em diversos textos antigos sendo o mais notável o Antigo Testamento (livro de Isaías). Porém uma teoria interessante é a de que Lilith tenha sido uma mulher criada por Deus antes de Eva, simultaneamente à criação de Adão e inclusive da mesma forma que ele foi criado (do barro). Ou seja, Lilith pode ser sido a primeira esposa de Adão, antecessora a Eva.

“Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulheres criou.” Gênesis 1:27.

Porém, no capítulo seguinte, Deus percebe que Adão está sozinho (novamente?) e seria bom criar para ele uma mulher (outra?), e interessante, que seja idônea (a outra não era?): 

“Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea.” Gênesis 2:18. 

A confusão interpretativa si dá a partir do momento em que Deus cria o homem (ser humano) no capítulo 1, fazendo-o macho e fêmea, e logo depois no capítulo 2, Ele cria uma (outra?) mulher, não mais do mesmo barro, mas agora da costela de Adão: 

"E da costela que tinha tomado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher, e levou-a para junto do homem.". Gênesis 2:22

Dessa forma, é possível imaginar que uma edição (corte) possa ter sido feita entre o capítulo 1:28 e o capítulo 2:21. É provável que este corte tenha ocorrido em época bastante remota, como no quarto século antes de Cristo, quando se supõe que o texto escrito tomou uma forma próxima da atual. O capítulo 1:28 sustenta ainda mais esta hipótese: 

"E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra ..."Gênesis 1:28

Como seria possível abençoar a ambos e recomendar a multiplicação se Eva ainda não tinha sido criada (só foi criada no capítulo 2)? E o caso fica ainda mais estranho no versículo seguinte, na criação da (segunda) mulher criada da costela, quando Adão parece gostar da (nova) mulher criada e faz um comentário bem peculiar:

"Disse então o homem: Esta sim (ou ‘agora sim’, em algumas versões), é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada."Gênesis 2:23

Assim, acredita-se que essa afirmação de Adão é uma das provas da existência de outra fêmea criada antes de Eva, que provavelmente não era carne da sua carne. Tendo, a mulher anterior, sido criada do mesmo barro que ele, seria assim igual, e não inferior a Adão.

Lilith é muito conhecida na cultura “folclore” judaica (o). Segundo eles acreditam, a mulher criada do barro juntamente com Adão se mostrou indomável, maléfica e teria deixado a presença de Adão, e então expulsa do Paraíso. Algumas vezes ela é tida como a serpente que teria tentado (seduzido?) Eva, a mulher que teria casado com Caim (Gênesis 4:17), uma vampira, uma sedutora que castrava os homens que seduzia, e por fim, um bicho maléfico ou animal noturno, termo encontrado nas traduções recentes da Bíblia (Isaías 34:14). Por sinal é neste versículo em Isaías onde o nome Lilith é citado unicamente na Bíblia atual. Mesmo assim, mais recentemente, teria sido trocado por coruja (em inglês) ou (como aqui no Brasil) animal noturno. Acredita que durante o Concílio de Trento (ou muito antes disso), a Igreja Católica retirou as menções a Lilith do Gênesis, e teria deixado seu nome passar apenas nesse versículo em Isaías (como na versão deJ. N. Darby abaixo).

“As feras do deserto se encontrarão com as feras da ilha, e o sátiro clamará ao seu companheiro; e os animais noturnos ali pousarão, e acharão lugar de repouso para si.”
Isaías 34:14 – Versão Almeida Corrigida.

“The wild beasts of the desert shall also meet with the wild beasts of the island, and the satyr shall cry to his fellow; the screech owl (coruja que grita) also shall rest there, and find for herself a place of rest.” Isaías 34:14 – Versão King James.

“And there shall the beasts of the desert meet with the jackals, and the wild goat shall cry to his fellow; the lilith also shall settle there, and find for herself a place of rest.”
Isaías 34:14 – Versão John Nelson Darby.

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Acredita-se que o motivo da Igreja Católica ter suprimido a criação (e posterior rebelião) de Lilith seria uma das tantas tentativas da igreja de dar o tom patriarcal (machista?) às escrituras. Deixando claro o lugar da mulher de submissa, abaixo hierarquicamente ao homem. Sem contar que deixar passar uma criação, tal qual a de Adão, e que não deu certo, que acabou se rebelando pelo próprio criador e se tornando um demônio, uma maldita, não seria muito “católico”, por assim dizer.


“Deus teria criado um casal: Adão e uma mulher que antecedeu a Eva. Esta mulher primordial teria sido Lilith, figura bastante conhecida da antiga tradição judaica. Lilith não se submeteu à dominação masculina. A sua forma de reivindicar igualdade foi a de recusar a forma de relação sexual com o homem por cima. Por isso, fugiu para o Mar Vermelho. Adão queixou-se ao Criador, que enviou três anjos em busca da noiva rebelde. Os três anjos eram Sanvi, Sansanvi e Samangelaf. Os emissários do Senhor tentaram em vão convencer à fujona. Ameaçaram afogá-la no mar. (...) Lilith foi transformada em um demônio feminino, a rainha da noite, que se tornou a noiva de Samael, o Senhor das forças do mal. (...) Lilith seria uma figura sedutora, de longos cabelos, que voa à noite, como uma coruja, para atacar os homens que dormem sozinhos. As poluções noturnas masculinas podem significar um ato de conúbio com a demônia, capaz de gerar filhos demônios para a mesma. As crianças recém-nascidas são as suas principais vítimas. A crença em Lilith, durante muito tempo, serviu para justificar as mortes inexplicáveis dos recém-nascidos. (...) Finalmente, uma outra tradição judaica afirma que a lendária rainha de Sabá que teria visitado Salomão nada mais era do que Lilith. O sábio rei, contudo, descobriu o ardil, ao levantar a saia da rainha e constatar que as suas pernas eram peludas.” Jardim do Éden revisitado, Roque de Barros Laraia.

Sendo Lilith realmente uma criação de Deus, a primeira mulher de Adão, ou apenas mais um ser demoníaco citado na Bíblia, o importante é salientar (mais uma vez) que isso não muda em nada o fato de existir um Deus supremo criador. O problema é que com o tempo, viemos modificando as escrituras, e interpretando-a de uma forma que coloca a figura de Deus de um lado e Satanás do outro como seu único arque rival. O que possivelmente está errado. Vários são os seres que lutam contra Deus e seus anjos, e Lilith (criação dEle ou não, deixando claro que Satanás – Lúcifer – também é criação de Deus) pode ser apenas mais um desses seres das trevas.

"Além dos demônios que povoavam e aterrorizavam a terra, alguns personalizados, como Azazel (Lev 16:9), Lilith (Is 34:14), Asmodeu (Tob 3:8), entre outros, o Deus hebraico tinha oponentes em sua própria corte, dos quais o mais célebre é Satã." O tempo que os homens ensinaram segredos aos homens, Emanuel Araújo.

“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra osprincipados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” Efésios 6:12




Sendo assim, entra aqui um gancho sobre estes seres das trevas que desobedecem ao Senhor Deus e aterrorizam, ensinam o que não devem, copulam e corrompem o homem. Seres como Lilith, que um dia foram criados por Deus e que por conta do livre arbítrio, preferiram cair e vagar (não só) pela Terra na busca de quem tragar. E nesta busca vem também o conhecimento que Deus julgou não ser pertinente a nós e que esses seres decidiram nos ensinar como forma de atentar contra o Senhor.
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Metamorfos

quarta-feira, 16 de abril de 2014.

Metarmofos ,são criaturas que tem a "hailidade" de se transformar em outras criaturas , seja homem , mulher ou até mesmo animais , eles vivem geralmente em lugares bastante sujos , como bueiros , e esgotos , eles nascem inteiramente humanos , porém com o tempo ele vai aprendendo essa "habilidade.

Quando um Metamorfo toma a forma da pessoa que escolheu para se transformar, eles literalmente mudam a sua pele, dentes e unhas. Quando eles mudam para a pessoa que desejaram, eles acessam os pensamentos dessa pessoa que estão imitando. A única coisa que pode matar um Metamorfo é prata, bala ou lâmina no coração.Todos metamorfos descendente de um Alfa. 

Existem muitas lendas sobre ele , e sem duvida é o primeiro e o mais poderoso,  capaz de transformar sem de forma imediata sem perda de pele. Seu intelecto , força , resistência e reflexos são bem maiores , sendo que ele também tem um vínculo psíquico com todos sendo capaz ate de sentir sua localização, ele geralmente assume a forma do marido, se relaciona com a parceira e nove meses depois quando o filho nasce ele volta pra pegar. 


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Ghouls


Os Ghouls ( pronuncia – se Guls ) , são criaturas da mitologia árabe , cuja a principal característica é se alimentar da carne de cadáveres e se apoderar da forma de suas ultimas presas . No Brasil , os Ghouls recebem o nome de Carniçais , sendo classificados como “mortos vivos” . Geralmente eles habitam os desertos , assaltam túmulos e tomam o sangue.

Antes do nome Ghoul ser usado para designar algo de um certo Comportamento Doentil , ou de qualquer assassino em série , o termo remetia ao Ghul , da época medieval , que era um tipo de demônio oriental . Habitava cemitérios e , era filho de Inlis , uma figura semelhante ao Santanás . ( e que , inclusive , mais tarde ficou conhecido como al-Shaitan ) . Assim , como , os outros demônios , de vez em quando os Inlis sofre de abstinência de mulheres humanas , para dizer a verdade , o tempo todo , e , sempre que ele arranja alguma , mais um Ghoul é posto no mundo .

Na língua Árabe , o termo الغول “al-ghul” , que significa “o ghoul” e seu nome feminino é “ghouleh” , enquanto seu plural é “ghilan”. E são também uma espécie de Djin (Pra quem não sabe o que são Djins , veja nosso post sobre eles .  ) , porém mais cruéis e de forma variável .

O Iblis tinha a permissão para vaguear pela terra , ao contrário de seu Equivalente judaico-cristão , pois era a intenção de Alá deixar assim pudesse ter ideias perversas nas cabeças das pessoas , para que assim pudesse testa – las . Os que parecem um ser um pouco exagerado , uma vez que , até onde sabemos , as pessoas são pra lá de capazes de ter ideias perversas por conta própria .

Mas , demônio , também não significa  a mesma coisa nesse contexto do que significa na demonologia cristã . Ghoul também pode significar um tipo de metamorfo do deserto que costuma se disfarçar de Hiena e distrair viajantes de seus caminhos para depois come – lós . Aprecia muito criancinhas e ,é , capaz de cavucar túmulos para comer os cadáveres .  
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Djinn

segunda-feira, 24 de março de 2014.
Jinns ou Djinns (Dinns) são seres espirituais maléficos ou benéficos. Eles possuem o poder de presidir o destino das pessoas e das cidades as quais têm domínio. Eles foram criados por Deus num período que fica entre criação dos Anjos e a criação do homem.

No Alcorão (Livro sagrado dos Mulçumanos), exatamente na Surata 55, intitulada "AR RAHMAN" (O CLEMENTE) nos Versículos 14 e 15, o Arcanjo Gabriel relata que o homem foi criado do barro, ao passo que os Jinns (gênios) foram criados de uma chama de fogo.
Em nome de Deus o Clemente o Piedoso - citação do Alcorão
55 ª Surata Versículo 14 - "Ele criou os Djinns do fogo vivo."
55 ª Surata Versículo 15 - "E criou os Djinns do fogo vivo."

Djinns (Gênios): Quem são eles? No versículo 50 da 18ª Surata,  diz que Iblis (Lúcifer) era um dos Djinns, dando a entender que foi por isso que ele desobedeceu à ordem de Deus. Contudo, em passagens semelhantes nos é dito que Deus ordenou aos anjos que se prostrassem perante Adão, coisa que eles fizeram, menos Iblis. Isso implica em que Iblis havia feito parte da companhia dos anjos. Existem outras passagens do Alcorão que citam a interação de gênios com os homens.

Em nome de Deus o Clemente o Piedoso - citação do Alcorão 18ª SURATA - Versículo 50
"E (lembra-te) de quando dissemos aos anjos: Prostrai-vos ante Adão! Prostraram-se todos, menos Lúcifer, que era um dos Djinns, e que se rebelou contra a ordem do seu Senhor. Tomá-los-íeis, pois, juntamente com a sua prole, por protetores, em vez de Mim, apesar de serem vossos inimigos? Que péssima troca a dos iníquos!"

O significado da raiz da palavra em árabe ‘janna’, ‘yajinnu’, é: "ser coberto ou escondido", e com o verbo na voz ativa, significa: "cobrir ou esconder". Algumas pessoas dizem que ‘Jinn’, portanto, significa as qualidades ou capacidades ocultas do homem; outras, que significa seres da selva, ocultam-se nos montes.

No Alcorão ‘Jinn’ significa apenas "um espírito" ou uma força invisível ou oculta. Em algumas histórias folclóricas, como ‘As Mil e Uma Noites’, eles foram personificados com formas fantásticas, detentores de enormes poderes, capazes de realizar os mais profundos desejos de quem os dominassem.

Sua definição varia muito de cultura para cultura, em suma os Djinns pertencem a mesma categoria dos Anjos, a chamada categoria dos Gênios, conhecida pelos esotéricos como "categoria dos elementais". Os Anjos são gênios assim como os Djinns.

Os Anjos (Gênios) são seres celestiais que praticam o bem. Os Djinns (Gênios-contrários) são seres espirituais que praticam tanto o bem quanto o mal. O primeiro Djinns a se rebelar contra Deus chama-se IBLIS, conhecido no mundo ocidental pelo nome de Lúcifer, (Lúcifer significa Senhor da Luz, afinal ele foi criado do FOGO... da LUZ DO FOGO).
Anjos Caídos ou Demônios, assim são chamados todos os anjos que deixaram o plano celestial e se tornaram seguidores de Lúcifer.
Veja alguns dos nomes pelo qual é chamado o Djinns IBLIS
- Gênio do Mal - equivale ao Diabo
- Gênio das Trevas - equivale ao Diabo

Através de rituais é possível invocá-los, mas atenção; os Djinns não são sempre aqueles seres bonzinhos do tipo, 'Gênio do  Aladin'.  Eles podem ser perversos e traiçoeiros, a ponto de matar aqueles que o invocaram ao invés de realizar seus desejos.

Existem basicamente 4 categorias de Djinns, elas estão divididas de acordo com os elementos: fogo, água, ar e terra.

Suas características:
A possessão ou presença do Djinn do AR e marcada pela sensação de cansaço, falta de ânimo para fazer as coisas... Eles podem ser presos em garrafas especiais, como nas lendas.

O Djinn da ÁGUA tem o poder de influenciar negativamente a pessoa no aspecto emocional, levando-as a depressão e a choros compulsivos. Em casos de suicídio a pessoa deprimida escolhe morrer afogada.

O Djinn da TERRA; as pessoas que sofrem com as influencias deste espírito não conseguem ficar dentro de casa, sentem um forte desejo de ir para o campo, suas roupas a incomodam, só ficando a vontade quando estão despidas.

O Djinn do FOGO é responsável pelo sentimento de ódio, inveja. Ele é mais ativo, geralmente não mata seu possuído, porém pode usá-lo para matar outro ser humano.

Atenção: Estas invocações foram retiradas do Grimore do Bruxo Negro e adaptadas às condições do Brasil. Foram aqui mencionadas apenas como caráter ilustrativo. Não aconselhamos a ninguém a fazer o ritual. Mesmo para os mais céticos, este ritual lida com elementos culturais fortes, podendo provocar distúrbios psíquicos ou repulsão das pessoas ao seu redor. O fato também de se utilizar fogo no ritual, merece cuidados redobrados afim de se evitar incêndios e queimaduras. O giz pode provocar alergia a algumas pessoas.

A presença do Djinn será marcada por uma sensação de calor. Se você fez tudo corretamente e botou fé em seu chamado, o Djinn ouvirá seus desejos e anseios, podendo realizá-los...  Mas lembre-se; o Djinn é interesseiro, não fará nada de graça, ele exigirá algo em troca ... Outra coisa, não precisa oferecer sua alma...o Djinn não trabalha com esse tipo de pacto. Como ele é o mestre dos sonhos e desejos, você poderá durante seu sono fazer uma barganha com ele.

** O ritual deve ser realizado em local externo
Invocando com o alcorão

Djinn do fogo
Horário do ritual: Meia Noite.
Material: Giz vermelho; 4 velas vermelha; Livro do Alcorão -Texto da 18ª Surata; um punhado de areia lavada; uma bússola.

Com um giz vermelho desenhe no chão uma grande letra "C" quase se fechando. A abertura é por onde você entrará no círculo, ela deve ficar em oposição a Meca, portanto se você mora no Brasil, a direção é Nordeste. Não pise no risco. Com a bússola localize também o Norte, Sul, Leste e Oeste, e para cada ponto no círculo acenda uma vela e coloque em sua base um pouco de areia (simboliza o deserto)

Antes de entrar no circulo contorne-o por 18 vezes no sentido anti-horário. Em seguida dentro do círculo, coloque-se de pé voltado para Nordeste, ajoelhe-se, encoste a testa no chão e chame pelo Djinns do Fogo "IBLIS", use todo o seu sentimento e desejo para invocar a sua presença. De joelhos, levante o tronco, leia a Surata 18 do final para o início, palavra por palavra. Se você conseguir ler fonema por fonema melhor ainda.

No fim da leitura faça seu pedido e queime a folha (com a inscrição da surata do Alcorão) em uma das velas.

Clique aqui para acessar a Surata 18
Invocando com a Bíblia

O mesmo processo poderá ser feito com a Bíblia, porém com alguma modificações:
Djinn do fogo
Horário do ritual: Meia Noite.
Material: Carvão PRETO; 4 velas pretas; Livro da Bíblia  -Texto Gênesis; um punhado de pó de carvão; uma bússola;

Com a pedra de carvão desenhe no chão uma grande letra "C" quase se fechando. A abertura é por onde você entrará no círculo, ela deve ficar em oposição a Jerusalém, portanto se você mora no Brasil, a direção é Nordeste. Não pise no risco. Com a bússola localize também o Norte, Sul, Leste e Oeste, e para cada ponto no círculo acenda uma vela e coloque em sua base um pouco pó de carvão (simbolizando as cinzas)

Antes de entrar no circulo contorne-o por 18 vezes no sentido anti-horário. Em seguida dentro do círculo, coloque-se de pé voltado para o Nordeste,  ajoelhe-se, encoste a testa no chão e chame pelo Djinn do Fogo "LÚCIFER", use todo o seu sentimento e desejo para invocar a sua presença. De joelhos, levante o tronco, leia o livro de Gênesis do capítulo 6 ao 1 do final para o início, palavra por palavra. Se você conseguir ler fonema por fonema melhor ainda.

No fim da leitura faça seu pedido retire as folhas lidas da bíblia e queime-as em uma das velas.

SIMBOLOGIA:
- A cor vermelha = fogo
- Areia = deserto
- O risco em forma de C = Significa o Crescente, a lua crescente
- A vela = elemento fogo
- O carvão = ação do fogo
- Meca = cidade sagrada dos mulçumanos
- Jerusalém = cidade sagrada dos cristãos
- Nº 18 = A lua; a Lua Crescente; No Alcorão A surata 18; Na bíblia o 18º versículo de Gênesis onde ocorre à separação da luz e das trevas; nas cartas de Tarô o 18 significa a dualidade entre o branco e preto, luz e trevas, direita e esquerda.
- Gênesis 1-6 = criação do mundo e homem
- Surata 18 = criação do mundo e homem
- Encosta a testa no chão = ato de invocar por submissão, solicitação

Complicações ao se invocar um Gênio:
Quem não tem experiência com bruxaria não deve fazer invocações:
1 - Um jovem americano de 14 anos ao fazer a invocação, seguindo a versão que utiliza o uso de vodka no ritual, foi encontrado no dia seguinte desacordado. Questionado sobre o que aconteceu, ele alegou não se lembrar de nada... O Psicólogo consultado mencionou a tendência ao alcoolismo do menino e a possibilidade do acontecido ter sido uma manifestação exteriorizada do desejo de ter seus pais unidos... uma semana antes os pais haviam manifestado a vontade de se separarem... Não sabemos se o menino realmente completou o ritual, contudo seu pai e sua mãe continuam casados, passaram a dar mais carinho e atenção ao rapaz.. pelo menos até este momento...

2 - Outro caso de conhecimento desta escola, foi o da jovem A. C., durante a pratica do ritual quando completava as 18 voltas, sentiu-se tonta e caiu sobre as velas, isto lhe valeu alguma queimaduras.


Atenção: Estas invocações foram retiradas do Grimore do Bruxo Negro e adaptadas às condições do Brasil. Foram aqui mencionadas apenas como caráter ilustrativo. Não aconselhamos a ninguém a fazer o ritual. Mesmo para os mais céticos, este ritual lida com elementos culturais fortes, podendo provocar distúrbios psíquicos ou repulsão das pessoas ao seu redor. O fato também de se utilizar fogo no ritual, merece cuidados redobrados afim de se evitar incêndios e queimaduras. O giz pode provocar alergia a algumas pessoas.

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