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O Bosque das Almas

domingo, 18 de setembro de 2016.
Há dois dias perdidos naquela mata, tudo parecia o inferno. Eram em oito no início da aventura. Saíam de casa para o bosque das almas com a intenção de beber, fazer sexo e descansar, mas agora os três sobreviventes da chacina corriam por suas vidas, enquanto o assobio aterrorizante os seguia por entre as árvores. Ana Alice, uma linda loira, parecia cansada, seu namorado Jonas, um rapaz moreno, forte e de olhos verdes, a levava nos braços, e o terceiro era Samuel, um ruivo alto de porte atlético. Os três finalmente avistaram uma cabana antiga, na qual se esconderam.


– Essa maldita está brincando com a gente – disse Samuel – nos deixou vivos pra se divertir.
– Nós vamos morrer amor? – perguntou Ana – estou com medo.
– Não tenha – respondeu Jonas a abraçando forte.

Enquanto ficavam lá, ouviram o mesmo assobio infernal de algumas horas atrás, quando viram seus amigos serem esquartejados e devorados pelo que parecia ser uma menina branca de cabelos pretos, com dentes afiados e que cortavam como facas. Matava com suas garras afiadas, com a qual furava os olhos e a jugular, comendo as vítimas em seguida.

O assobio foi se intensificando até tornar-se um berro horrendo, e a criatura aparecer atrás do casal, espirrando sangue do rapaz no rosto de sua namorada e devorando-o em sua frente. Ana tentou fugir, mas teve o cabelo puxado e os olhos perfurados, caindo estrebuchando no chão e morrendo lentamente, até ser comida pela criatura. Samuel conseguiu fugir, mas foi posto num manicômio após contar a historia, e ainda foi acusado de ter matado todos os amigos, enquanto no bosque das almas os corpos nunca foram encontrados, e o derramamento de sangue nunca chegaria ao fim.


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Aquela Noite

quarta-feira, 29 de abril de 2015.
Preciso de ajuda, por favor, ajuda. Depois daquela noite não serei mais o mesmo, nunca. Depois do ocorrido daquela noite, choro nos momentos menos propícios a lagrimas, tudo depois daquela noite.



Vocês conseguem imaginar o que aconteceu comigo? Não? Sim? Bom, talvez não tenha acontecido nada, talvez tenha sido só um sonho, mas um sonho tão real que faz com que eu duvide das minhas próprias palavras quando digo “talvez não tenha acontecido nada”. Sabe aquela sensação que temos de que algo vai acontecer? Eu tenho essa sensação todas as noites quando olho através da janela do meu quarto e vejo a lua “olhando” pra mim.
Naquela noite eu estava sozinho em casa, como em muitas outras. Porém naquela noite, por algum motivo especial, eu estava com medo, medo de algo que eu nem sabia o que era, então nem me perguntem.
O dia daquela noite terrível foi normal, como qualquer outro. Acordei, fui pra faculdade, estudo medicina, quero ser um médico legista, bom, queria. Na sala que eu estudava haviam muitos alunos que faziam faculdade de medicina só por fazer, porque sabem que médicos não ganham tão mal assim. Mas eu tenho amor pelo meu manto, exceto quando chegava aquela professora vadia, Rose. Ela dava aulas de Psicologia Médica. Pra mim era um monte de merda saindo da boca de uma professora de merda. Além de não saber explicar a matéria, Rose era uma sapatão que dava encima de todas as alunas “na cara dura”. Rose usava um microfone e na sala de aula haviam várias caixas de som de onde a voz desta era amplificada, então imaginem uma professora de Psicologia Médica flertando com as alunas oferecendo nota em troca de… bom… vocês sabem.
Deixando a professora vadia pra trás, o dia até que foi legal. De noite saí com uns amigos pra um bar, bebi além da conta e acabei sugerindo que fossemos brincar de verdade ou desafio em um cemitério próximo dali. Meus amigos, todos chapados também, aceitaram. Fomos então para o cemitério, denominado ”Vale do Descanso”. Ao entrar no Vale do Descanso, peguei uma garrafa que estava ali e sugeri que fosse usada como “seta” para o nosso jogo. Todos concordaram e começamos a brincadeira. Dali só saíram informações que é melhor ficarem mantidas em sigilo… Ainda no cemitério, estava bebendo uma garrafa de vodka no gargalo, eu não estava muito legal, estava vendo tudo turvo e quando percebi desmaiei. Era madrugada quando eu “acordei”, zonzo, com gosto de vômito na garganta e amarrado numa árvore. Sim, amarrado numa árvore.
Foi nesse momento que o desespero começou, eu estava amarrado numa árvore muito grande, onde haviam vários corpos nus pendurados por cordas em seus galhos. Tinha muito sangue no chão.
Tentava de todas as formas me desamarrar, mas era em vão. Alguns minutos após as minhas tentativas em vão de me desamarrar, vejo uma imagem turva vindo em minha direção, na verdade era quase como uma circunferência de uma pessoa, só que sem cor alguma. Foi nesse momento que eu comecei a gritar como uma menina desesperada, exclamando com toda a minha força “sai daqui!”, “me deixe em paz!” ou também “quem é você?”. Eu estava praticamente gritando sozinho, porque aquele cara sequer fazia um barulho de respiração. Foi quando, num piscar de olhos, ele sumiu e repentinamente apareceu do meu lado, com sua “boca” próxima ao meu ouvido, sussurrando: “Sou eu quem irá te matar.”. Naquele momento senti um calafrio que subia do meu dedão do pé, até o fio de cabelo mais ralo da minha cabeça. Só consegui pensar em gritar e pedir para aquele cara me soltar.
Lembro-me muito bem da época que eu era criança e que dizia que não tinha medo do escuro, que não tinha medo de monstros e que se visse um em algum dia da minha vida, eu iria matá-lo sem dó e nem um pouco de piedade. Mas agora passando por essa situação, no escuro e com um “monstro” me deixando amarrado à uma árvore cheia de pessoas mortas em seus galhos, eu não tenho toda essa coragem que dizia que teria.
Eu rezei muito, pedi tanto que ele me soltasse que, de repente, ele me soltou e disse “Acho que você não é tudo aquilo que eu pensei que fosse. Se você conseguir correr o suficiente e sair do meu Vale em 3 minutos, eu não te mato, mas, se você não o fizer, você verá o que vai te acontecer.”. Eu corri, corri como se nunca mais fosse parar. Eu estava com tanto medo, que contei na minha cabeça 180 segundos, tempo limite para eu sair dali. Cai, me arranhei e torci o pé, mas nada me impediria de sair daquele local. Corria e olhava pra trás, para conferir se estava sozinho ou perseguido. Pulei a grade do Vale do Descanso e bati a cabeça no chão.
Novamente acordei zonzo e com gosto de vômito na garganta, numa cama de hospital, com o pé engessado e todo cheio de curativos. Nesse momento fiquei extremamente feliz e orgulhoso por ter conseguido sair do Vale do Descanso em menos de 180 segundos. Mas mesmo estando vivo, eu estava com uma sensação estranha, como se não tivesse acabado ou como se não tivesse ocorrido. Eu podia ter bebido um pouco além da conta e me machucado, talvez tenha sido isso.
Hoje faz uma semana que eu me machuquei no bar, estou totalmente recuperado dos ferimentos e sozinho em casa. Estou debaixo das minhas cobertas, com medo da vida, porque mesmo que aquilo tenha sido apenas um sonho, me perturbou muito.
Agora me pergunto se realmente vale a pena eu ficar aqui, com medo de tudo, com medo da vida, por causa de uma coisa que não aconteceu. Vou tomar banho e dar uma volta, espairecer um pouco me fará bem.
Esse banho foi muito relaxante, só preciso da minha toalha, eu tenho certeza que estava aqui. Cadê a minha toalh… Nossa… Que carta é essa?


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Avaliação do Médico Legista, Dr. Cornwey


Rodrigo Daffre Ventura estava com uma carta costurada em sua mão, com a seguinte mensagem:


“Oi, lembra de mim? Desculpa por ter feito você passar pelo que passou na semana passada, eu sei que foi horrível. Bom, lembra do nosso combinado? Se você conseguisse sair do Vale do Descanso em 3 minutos eu deixaria você viver e se não conseguisse você descobriria o que iria acontecer. Bom, você vai descobrir o que vai acontecer.”


Todos os órgãos internos de Daffre foram retirados e após esse processo, o assassino se preocupou em costurar todos os tecidos onde se localizavam os órgãos. As córneas de Daffre foram retiradas e introduzidas cirurgicamente, uma em cada palma da mão do mesmo.




Durante a autópsia pude perceber que o assassino era/é um cirurgião com conhecimento avançado em medicina, pois todo o procedimento foi realizado da forma que um cirurgião, da classe mais alta, realizaria.





                                                                                                                                   FONTE
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Rapunzel

segunda-feira, 20 de abril de 2015.
O conto da Rapunzel pertence originalmente a Charlotte-Rose de Caumont de La Force, publicado em 1698, mas teve adaptação dos Irmãos Grimm em 1812. O conto não teve muitas mudanças drásticas, apenas foi amenizado durante os anos.

Rapunzel era o nome de um vegetal, e a mãe de Rapunzel convence ao marido pegar um pouco dessa planta para que coma, então ele entra em um jardim proibido, pois sua mulher estava querendo desesperadamente o vegetal, e esse desejo era um sintoma de sua gravidez. O Jardim era da propriedade de uma feiticeira, que pegou o homem e o acusou de furto, ele explicou a situação, mas em troca a bruxa queria que lhe entregassem a filha que iria nascer.

A Bruxa lhe da o nome de Rapunzel, o nome da planta que seu pai biológico furtou, então, a vida de Rapunzel com sua nova mãe ia bem, até que completou doze anos, a Bruxa colocou-a em uma torre, onde era impossível subir sem uma escada, mas o cabelo de Rapunzel nunca tinha sido cortado, e era conservado como uma enorme trança. Quando a feiticeira chegava toda manhã, ela gritava: ‘Jogue suas tranças de ouro Rapunzel’. Assim a menina jogava, e a Bruxa subia levando comida.

Um dia um príncipe escuta Rapunzel cantando dentro de sua torre, mas logo avista a Bruxa chegando, e presta bem atenção como ela faz. Depois que ela vai embora, o príncipe diz a mesma coisa, e Rapunzel joga novamente as tranças, ele sobe e assim começa um namoro, depois de algumas visitas, o namoro é regado a sexo até que Rapunzel fica grávida, e não conhece os mistérios de um parto ou uma barriga, então pergunta para sua mãe por que o seu vestido está crescendo e esta ficando apertado em torno do estomago.

Com raiva, a Bruxa percebe que ela esta se encontrando com algum homem, ela corta a trança de Rapunzel que a expulsa da torre, colocando-a em um deserto das proximidades. Depois espera o príncipe chegar, e joga as tranças de Rapunzel, assim que ele sobe o cabelo, fica frente a frente com a Bruxa, então ela o empurra lá de cima, e ele cai em espinheiro que o fura os olhos, assim tornando-se cego.

Rapunzel e o príncipe ficam separados um tempo no começo, mas depois quando ele caminha mesmo batendo nas arvores, escuta uma musica como se tivesse escutado pela primeira vez quando conhece Rapunzel, assim os dois se encontram e as lagrimas de Rapunzel curam a cegueira do príncipe, logo após isso, ele leva Rapunzel ao sei reino, e podemos dizer que este é um final feliz, mas ninguém sabe o que aconteceu com a Bruxa ou os filhos de Rapunzel.

Moral da Rapunzel Original: O amadurecimento de uma criança para a vida adulta não pode ser interrompido, e as mulheres grávidas podem ter desejos estranhos enquanto estão grávidas.
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A Bela Adormecida

terça-feira, 27 de maio de 2014.
Essa sim tem um passado bizarro. Nas primeiras versões, ao invés de espetar o dedo numa agulha e cair desacordada, a Bela Adormecida tinha uma “farpa” encravada debaixo da unha. Parece uma mudança pequena, mas ela nos leva ao ponto que realmente importa. Nessa mesma versão, o Príncipe não é tão encantado assim, e resolve, digamos… se satisfazer na Bela ainda adormecida. Depois de satisfeito, ele simplesmente vai embora (o enfermeiro tarado de Kill Bill não foi tão inteligente e acabou morto). Nove meses depois, a adormecida dá luz a gêmeos que, em busca de leite acabam acidentalmente chupando o dedo dela, retirando assim a farpa amaldiçoada.

E a coisa não para por ai, o Príncipe que a engravidou (estuprou) continuou voltando (se é que vocês me entendem) durante os nove meses. Quando ele chegou lá e encontrou a Bela, já não mais adormecida e com duas crianças, ele decidiu se casar com ela (pelo menos isso, né?), mas ele não poderia levá-la ao seu castelo, pois sua mãe era uma OGRA! (o feminino de ogro é ogra?) que tinha o hábito de comer qualquer criança que aparecesse em seu caminho.


Por isso ele esperou alguns anos até que seu pai morresse e ele virasse rei para aí então poder levar sua mulher para seu reino. E assim aconteceu, mas na primeira viagem que ele fez, sua mãe ogra resolveu fazer o que todo ogro tem que fazer: comer seus dois netos. E não satisfeita, também sua nora. Mas, com a ajuda do cozinheiro a Bela Acordada conseguiu se esconder até o retorno de seu marido (Rei “half-ogro”), que quando ficou sabendo dos planos de sua mãe (ogra) mandou mata-la. Bonito né!?


Em outras versões, o Príncipe na verdade já era rei, e a mãe ogra era a esposa do rei, o resto é bem parecido. A esposa ciumenta quer, como vingança, comer (no sentido alimentício) os dois filhos bastardos do rei, mas acaba sendo descoberta e é queimada viva numa fogueira.

Moral da história, se você encontrar uma mulher desmaiada num bosque, se divirta e não volte nunca mais. Ou, se você for uma ogra, não tente comer seus netos. Ou ainda, se vocês for uma mulher adormecida no meio do bosque, use cinto de castidade, ou ainda, não espete seu dedo numa agulha amaldiçoada!
Eu podia ficar nisso o resto da semana…
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O rato, o pássaro e a salsicha

domingo, 11 de maio de 2014.
Era uma vez um rato, um pássaro e uma salsicha. Os três eram superamigos e moravam juntos em uma pequena casinha na floresta. Como qualquer pessoa que divida uma casa com alguém, cada um tinha uma tarefa para fazer.

O pássaro devia sair e recolher madeira. O rato era o responsável por carregar água e acender o fogo, enquanto a salsicha cozinhava. Até aí, tudo bem, tudo ótimo, e a paz reinava no lar dessa estranha família feliz.

Num belo dia, porém, o pássaro encontrou um amigo enquanto caminhava pela floresta à procura de lenha. O tal amigo começou a provocar o passarinho e a dizer que ele estava sendo bobo por fazer o serviço mais pesado, já que o rato e a salsicha ficavam em casa “sem fazer nada”. Cabeça oca, o passarinho caiu na lábia do tal amigo e decidiu abandonar seu trabalho.

Quando voltou para casa, o pássaro disse ao rato e à salsicha que não iria mais trabalhar como escravo para eles, que, se eles quisessem madeira, que fossem buscar na floresta. O rato e a salsicha ficaram surpresos, mas acabaram concordando em trocar suas funções.

Já no outro dia a salsicha saiu para buscar lenha. O tempo passou e ela não voltava nunca. O pássaro saiu nervoso à procura da amiga quando encontrou um cachorro com uma salsicha em sua boca. O passarinho implorou para que o cão não comesse a salsicha, mas o cachorro não deu ouvidos à ave, alegando que a salsicha já estava morta.

O pássaro voltou para casa e descobriu que o rato, que nunca foi um grande especialista em cozinhar, acabou caindo dentro da panela onde preparava o almoço e morreu. Desesperado, o pássaro espalhou madeira por todos os cantos da casa, incendiou o local e, claro, morreu também. E todos viveram felizes para sempre. No céu. Fim.
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Os Três Porquinhos

quarta-feira, 7 de maio de 2014.
A historia original do conto dos três porquinhos não tem tanta diferença, perde a parte que o lobo sopra as três casas, pois ele faz isso apenas nas duas primeiras, que tais porcos não escapam, viram logo alimento de lobo. Até que ele chega no terceiro e ultimo, tentando seduzir o porco com varias guloseimas, maçãs e até um passeio na feira.

O porco que era muito esperto, disse que não precisava disso, pois não queria incomodar o lobo, chateado, o lobo pensou até que avistou uma escada encostada na parede da casa do porco, e resolveu subir para entrar pela chaminé.

O lobo não pensava no que poderia acontecer, mas quando pulou dentro, caiu em uma panela, que o porco tinha colocado para ferver no fogo, assim, o lobo e os outros dois porquinhos que ainda estavam em seu estômago se tornaram o jantar do porco.

Moral: Não ceda a tentação, crescer e ser inteligente, ou morra.
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Chapeuzinho Vermelho

terça-feira, 6 de maio de 2014.
U---U Vou começar a postar os verdadeiros contos da Disney aqui ( nova série ! ) , e olha eles são bem melhores viu e...e' vou começar com um dos que eu mais gosto , Chapéu :3


A historia da menina que usa um capuz e capa vermelha ficou famosa mundialmente tornando-se a fábula mais contada de todos os tempos, desde a época medieval, quando a historia surgiu pelos ataques de lobos e supostos lobisomens famintos que sempre rondavam os bosques a procura de alimento.
A versão que mais conhecemos, tem como chapeuzinho vermelho, viva no final, escapando com sua avó das garras do lobo, mas em versões diferentes e mais antigas, não existia lobo, ele era uma metáfora assim como a cor da sua roupa para identificar o inicio de uma vida feminina, a passagem de criança para adulta.



Tendo o capuchinho vermelho como significado para o ciclo menstrual da garota, e o lobo sendo os instintos sexuais mais selvagens que possam surgir em um humano, ou como um homem a procura de garotas na floresta.


No conto, Chapeuzinho Vermelho é enviada pela mãe, para a casa da avó, com objetivo de entregar-lhe uma cesta de guloseimas, mas a avisa para não ir pelo caminho da floresta, pois lá mora um lobisomem muito perigoso.


Teimosa, a garota resolve ir pela floresta, pois é mais perto, e ela chegaria à casa da avó muito mais rápido. Chegando a floresta, Chapeuzinho Vermelho encontra o lobisomem, que a faz perder tempo, e corre em grande velocidade para a casa da avó, chegando lá, ele a devora por partes, deixando o sangue da avó e alguns pedaços juntos para fazer a chapeuzinho vermelho comê-los quando chegasse até a casa.


Chegando lá, a garota bate a porta, e o lobisomem que já estava disfarçado de avó, tranca a porta e começa o show de horror, até que a chapeuzinho janta a sua avó, pois o monstro havia preparado a carne da velha como uma sopa e depois a força se deitar com ele, trazendo assim interpretações sexuais para a história, só que surgem as famosas frases imortais:
—Porque esses olhos tão grandes? Então ela é respondida:
—Ó minha querida, são para te ver melhor
—Porque essas orelhas tão grandes?
—São para te ouvir melhor.
—E porque essa boca tão grande?
—É para te comer!
O lobisomem devora chapeuzinho, mas em versões mais antigas, ela consegue o seduzir com strip-tease, logo após foge, e em uma mais antiga ainda, ela consegue fugir, fingindo que vai defecar, no banheiro que existia fora da casa naquela época, e assim consegue escapar.
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