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Plantação Myrtles

quinta-feira, 9 de julho de 2015.

A Fazenda Myrtles em Lousiana é considerada uma das casas mais assombradas da América. Fundada em 1796 pelo General David Bradford, tem um passado trágico de mortes, doenças e assassinatos.


Um das histórias diz que um dos proprietários cortou a orelha de uma escrava após descobrir que ela ficava escutando atrás das portas. Posteriormente ele a matou. Diz a lenda que a escrava ainda vive perambulando na fazenda, e em 1995 um visitante capturou seu espírito em uma foto.



Foto obtida em 1995 onde alegam ver o fantasma da escrava Chloe


Zoom na imagem acima, mostrando a escrava Chloe


Outra lenda diz que um espelho na fazenda aprisiona as almas de Sara Woodruff e suas duas filhas (filha e netos do General David Braford, que ficaram com a casa após a morte dele). Dizem que as vezes são encontradas impressões de mãos no espelho.



Neste espelho estariam aprisionadas as almas de Sara e suas 2 filhas


Pegando carona na fama de uma das casas mais assombradas da América, John e Teeta Moss a compraram e a transformaram em uma atração turística para os que buscam uma noite com os espíritos dos mais de 12 fantasmas que alegam morar na casa. O valor da diária varia de quarto para quarto, sendo que alguns chegam a custar até U$ 430! No local também funciona um restaurante.



Suposto fantasma capturado em foto
na Plantação Myrtles


Você também pode fazer um tour que acontece diariamente na casa, sendo que ele pode ser um tour histórico ou um tour fantasmagórico, sendo que estes últimos ocorrem as 18, 19 e 20:00hs todas as sextas e sábados, ao valor de U$ 10,00. No site da fazenda informa que é fortemente recomendados fazer reserva antes.

E tem mais, você ainda pode comprar sua camiseta da Fazenda Myrtles por U$ 20,00 na loja que fica na fazenda.

Abaixo, você pode assistir o documentário da Série Investigação Paranormal, exibida no canal Discovery Channel. Nele os investigadores vão até a fazendo e fazem uma completa investigação paranormal. São dois locais que eles exploram no vídeo. Para ver somente o da mansão Myrtles, avance o player até 25:15 minutos.





                                                                                                                                            FONTE
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Jeffrey Dahmer

terça-feira, 7 de julho de 2015.

Jeffrey Lionel Dahmer (21 de Maio 1960 – 28 de Novembro de 1994) foi um serial killer americano. Dahmer assassinou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991, sendo a maioria dos assassinatos ocorridos entre os anos de 1989 e 1991. Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estupro, necrofilia e canibalismo. Já foi inspiração de vários artistas, como as bandas de metal Slayer, Soulfly e Macabre. As duas primeiras fizeram músicas sobre a história de Dahmer: "213" do Slayer, e "Jeffrey Dahmer" do Soulfly. Já o Macabre lançou "Dahmer", um disco completo com vinte e seis músicas abordando a história do serial killer. Seu nome é citado na música "Lil Drummer Boy", da rapper americana Lil' Kim, assim como em "Cannibal" da cantora americana Ke$ha e também no single "Dark Horse" de Katy Perry.
Em 2007, 2009 e 2010 foi retratado no cinema nos filmes "Assassinato no Apartamento 213", "Dahmer" e no documentário "Jeff, O Assassino". Em 2014, foi transformado em personagem da obra de ficção científica Dezoito de Escorpião, de Alexey Dodsworth.


Infância e adolescência
Dahmer nasceu em Milwaukee, Wisconsin, no dia 21 de maio de 1960, às 15h34m. Filho de Lionel e Joyce Dahmer. Sua família em breve se mudou para Bath, Ohio, onde estudou na Revere High School. Lá Dahmer jogava tênis e tocava clarinete. Dahmer dissecava animais mortos e em sua adolescência e tinha até um cemitério particular nos fundos de sua casa. Era alcoólatra e solitário. Muitos de seus colegas o descreviam como "estranho" e "bizarro" por causa das constantes brincadeiras que cometia. Tudo parte de uma tentativa de Dahmer de se entrosar entre os colegas, algo em vão. Aos 15 anos seus poucos colegas perceberam que Dahmer era alcoólatra, em entrevista a Philips no ano de sua morte, confirmou que seus desejos e fantasias assassinas começaram nessa época, não por causa do alcoolismo, Jeffrey bebia para poder esquecer o que pensava.
Após formar-se no ensino médio, foi abandonado por sua mãe em Bath, Ohio. Foi deixado, então, sem comida, sem dinheiro e com uma geladeira quebrada com apenas 18 anos. Estudou durante três meses na Universidade do Estado de Ohio, mas largou a universidade após 3 meses de bebedeiras. Foi então numa noite de Junho de 1978 que Dahmer cometeu seu primeiro assassinato.
O pai de Dahmer então o fez entrar no Exército, lugar que que pode aprender sobre a anatomia humana e se interessar mais á fundo, deveria servir por seis anos mas foi dispensado após dois anos, devido ao seu alcoolismo. Quando o Exército dispensou Dahmer em 1981, deram-lhe uma passagem de avião para qualquer lugar no país. Dahmer revelou mais tarde à polícia que não conseguiria ver seu pai, então foi para Miami Beach, Florida porque estava "cansado do frio".
Em 1982 Dahmer mudou-se para casa da sua avó, em West Allis, Wisconsin, onde morou durante seis anos. Em Agosto deste ano, foi detido por expor a si mesmo numa feira estatal. Em Setembro de 1986 foi novamente preso por exposição pública (atentado ao pudor), depois de dois rapazes o terem acusado de se masturbar em público. Foi condenado a um ano de prisão, no entanto só cumpriu 10 meses.
No Verão de 1988 a sua avó pediu-lhe que saísse de casa, devido as suas noitadas, estranha personalidade e os maus cheiros provenientes do porão. Dahmer mudou-se para um apartamento em Milwaukee's West side.
Em 25 de Setembro de 1988, foi detido por molestar um rapaz de 13 anos. Foi novamente condenado a um ano, tendo cumprido 10 meses. Dahmer convenceu o juiz que precisava de terapia e foi liberto. Pouco depois começou uma onda de crimes, matando quase três pessoas por semana, que só terminaram em 1991.
Homicídios
Nas primeiras horas da manhã do dia 30 de Maio de 1991, Konerak Sinthasomphone (irmão mais novo do rapaz que Dahmer tinha molestado), de 14 anos, foi encontrado na rua nu, sob influência de drogas e sangrando pelo anus. Os relatórios sobre o estado do rapaz variaram. Dahmer disse à polícia que Sinthasomphone era seu namorado e que eles tiveram um desentendimento enquanto bebiam. Contra os protestos do rapaz, a polícia devolveu-o a Dahmer. A polícia sentiu um odor estranho em Dahmer, mas não investigou. Mais tarde foram encontrados corpos, atrás do seu quarto, entre eles o de Sinthasomphone. Dahmer matou e desmembrou Sinthasomphone, guardando o seu crânio como lembrança. John Balcerzak e Joseph Gabrish, os dois polícias que devolveram Sinthasomphone a Dahmer, foram despedidos, depois das suas ações terem sido bastante publicitadas (incluindo uma cassete em que os polícias faziam depoimentos homofóbicos e piadas sobre como tinham reunido “os amantes”).
No Verão de 1991, Dahmer matava aproximadamente uma pessoa por semana: Matt Turner (30 de Junho), Jeremiah Weinberger (5 de Julho), Oliver Lacy (12 de Julho) e Joseph Brandehoft (18 de Julho).
Prisão
Em 22 de Julho de 1991 Dahmer atraiu Tracy Edwards a sua casa. Segundo a vítima, ele e Dahmer lutaram para este lhe pôr algemas. Edwards conseguiu escapar e chamou a polícia, conduzindo-a até ao apartamento de Dahmer. Quando percebeu que tinha sido apanhado tornou-se violento, mas um policial subjugou-o. Foram encontradas várias fotografias de vítimas assassinadas, despojos humanos (incluindo cabeças e pênis), alguns deles guardados no frigorífico. A história da detenção de Dahmer e o inventário ao apartamento 213 ganhou grande notoriedade: vários cadáveres foram encontrados em vasilhas de ácido, várias cabeças foram encontradas no seu frigorífico, e um altar de velas e crânios humanos foi descoberto no seu armário. Dahmer foi acusado de praticar necrofilia, canibalismo e uma forma de trepanação, para criar "zumbis".
Julgamento
Jeffrey Dahmer foi oficialmente acusado de 17 assassinatos, que mais tarde foram reduzidos a 15. As acusações eram tão pesadas, que as autoridades nem o acusaram da tentativa de homicídio de Edwards. O julgamento começou em Janeiro de 1992. Apesar de todas as provas apontarem para si, Dahmer declarou-se inocente e alegou insanidade. O tribunal considerou Dahmer culpado dos 15 homicídios, e condenou-o a 957 anos de prisão. Mais tarde Dahmer exprimiu remorsos e disse que desejou a sua própria morte.
Prisão e morte
Dahmer cumpriu a pena na Instituição Penal Columbia em Portage, Wisconsin, onde se tornou cristão. Esta conversão ocorreu graças ao material evangélico enviado pelo pai. Roy Ratcliff, um pastor local, concordou em batizá-lo.
Depois de assistir a um culto na capela da prisão, um preso tentou cortar a garganta de Dahmer com uma lâmina de navalha. Dahmer teve apenas feridas superficiais.
Em 28 de novembro de 1994, Dahmer e outro preso por assassinato, Jesse Anderson, foram atacados de surpresa e espancados até a morte por Christopher Scarver, também preso, diagnosticado como psicótico (afirmava receber visões do além e que uma delas lhe teria ordenado a assassinar Dahmer e Anderson). Dahmer morreu a caminho do hospital devido a vários traumas na cabeça.
O apartamento 213 foi demolido e agora é um lote vazio. Existem planos para transformá-lo num jardim em memória às vítimas.
Em 1994, Lionel Dahmer publicou o livro A Father's Story e doou o dinheiro aos familiares das vítimas. Lionel mora com a mulher em Medina County, Ohio. Ambos afirmam que continuam a amar Jeffrey apesar dos seus crimes. A banda de thrash metal Slayer fez uma música sobre a história de Dahmer cujo nome é "213".
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Manuscrito 512

domingo, 5 de julho de 2015.

 O manuscrito foi encontrado por acaso no século 19 na então Biblioteca da Corte — que hoje é a Biblioteca Nacional —, e descreve detalhadamente a tal cidade encontrada pelos bandeirantes, que saíram de São Paulo para uma expedição rumo ao sertão da Bahia. Nele, o autor relata que o grupo teria se deparado com uma montanha brilhante repleta de cristais que, além de atrair a atenção dos homens, causou bastante espanto e admiração.

O Manuscrito 512, que hoje faz parte do acervo da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Ninguém sabe de quem é a autoria do documento, mas ele corresponde a um dos maiores mistérios arqueológicos do nosso país. O material traz o relato de um grupo de bandeirantes que teria, no século 18, descoberto as misteriosas ruinas de uma cidade desconhecida perdida no interior da Bahia.
Expedição bandeirante


O relato continua, contando que, ao chegarem ao topo da montanha, os bandeirantes teriam avistado uma grande cidade, cujo acesso só podia ser realizado através de uma única entrada ornamentada com três arcos trazendo inscrições indecifráveis. O local também apresentava características arquitetônicas diferentes do estilo da época, assim como algumas esquisitices, como o fato de estar completamente abandonada e contar com alguns trechos destruídos.

Além disso, os edifícios — em sua maioria com mais de um pavimento — encontravam-se totalmente vazios, e não existia qualquer vestígio de ocupação humana recente. O autor do manuscrito também descreve uma praça na qual havia a estátua de um homem sobre coluna negra — com o corpo despido até a cintura e com uma coroa de louros na cabeça — apontando para o norte.
Antiga civilização?

Os edifícios próximos à praça seriam enormes e contariam com estranhas figuras em relevo parecidas com corvos e cruzes, e um rio que passava pelo lugar conduzia a uma cachoeira. Lá o grupo teria encontrado inúmeras sepulturas com curiosas inscrições, além de uma misteriosa moeda de ouro.

O objeto — evidentemente de origem desconhecida — também traria uma série de emblemas gravados em toda a superfície, além de um rapaz ajoelhado em uma das faces, e de imagens de uma coroa, um arco e uma flecha gravados na outra. O autor do manuscrito inclusive compilou algumas das inscrições que encontrou pela cidade, como você pode ver na imagem a seguir.


Mistério e especulação

Acredita-se que o manuscrito tenha sido produzido quando o grupo seguiu adiante com a expedição, enviando o documento ao Rio de Janeiro endereçado às autoridades competentes. No entanto, como acontece com todo mistério que se preze, a identidade dos bandeirantes foi perdida, e a localização da suposta cidade jamais foi descoberta.



É claro que o documento acabou atraindo a atenção de renomados pesquisadores, e uma das hipóteses é a de que a cidade teria sido construída por antigos vikings há mais de mil anos. Outra teoria é que as construções teriam semelhanças com edifícios etíopes da Idade Média, e as inscrições estariam em “gueez”, um antigo idioma desse povo. No entanto, também há quem acredite que os textos sejam do grego ptolomaico, uma forma demótica do egípcio.

Apesar de tantas teorias e de diversas buscas pela cidade perdida, o fato é que o Manuscrito 512 ainda é um dos maiores mistérios da cultura brasileira, e é possível que jamais seja decifrado. O acesso ao documento, que se encontra bem deteriorado, é bastante restrito. Mas, por sorte, uma versão digital — que você pode conferir através deste link — foi disponibilizada pela Biblioteca Nacional. E você, leitor, o que acha desse intrigante material?


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As Cinco Assassinas em Série Mais Famosas

sábado, 4 de julho de 2015.
Como bem sabemos, serial killers geralmente têm alguns traços de personalidade característicos, como o abuso (seja por violência ou sexual) durante a infância, a incapacidade de sentir arrependimento ou culpa e o prazer em ver o sofrimento de seres vivos, que geralmente é aplicado com criaturas mais fracas, como animais de estimação e crianças mais novas ou menores.

Porém, a maioria dessas histórias traz criminosos do sexo masculino. Chegou a hora de você também conhecer mulheres que foram as responsáveis por mortes terríveis.
Joanne Dennehy



Joanne Dennehy é uma das três mulheres mais perigosas da história criminal inglesa. Seus atos foram tão terríveis que ficou decidido que ela nunca poderá ser solta da prisão. Mãe de duas crianças, é maluca por sangue. Ela esfaqueou três homens até a morte em Peterborough (Inglaterra). Dez dias depois, viajou para Hereford e também matou com o auxílio de uma faca dois homens aleatórios que passeavam com seus cachorros (com uma diferença de apenas nove minutos entre um e outro!).

Ao contrário do que você pode estar pensando, ela não faz isso por algum tipo de justiça, mas sim por diversão. Nas palavras dela, “eu quero diversão. Eu preciso disso para me divertir!”. Ao conversar com um psicanalista, ela disse que sente um prazer irresistível em matar esses homens. No total, 9 pessoas do sexo masculino morreram nas mãos dessa serial killer.
Maria Catherina Swanenburg



A holandesa Maria Catherina Swanenburg foi a responsável pela morte de pelo menos 27 pessoas. O motivo? Conseguir o dinheiro das heranças e seguros. Aparentemente ela era muito querida por todas, inclusive cuidava das crianças e dos idosos do seu bairro. Porém, existem registros de que ela envenenou mais de 100 pessoas. Dessas, 16 eram parentes (até os seus pais entraram nessa cilada) entre 1880 e 1883. Os que não morreram carregaram problemas de saúde para o resto da vida.

Seu disfarce caiu quando ela tentou envenenar a família Frankhuizen. Depois disso, ela foi considerada uma serial killer, foi presa e acabou morrendo na cadeia, em 1915.
Marie Delphine Lalaurie



Quem já assistiu American Horror Story já está familiarizado com a história da serial killer Marie Delphine Lalaurie. Socialite do século XIX, é considerada uma das primeiras mulheres a cometerem assassinatos em série. Marie ficou conhecida por torturar e matar seus escravos.

As histórias em torno dessa madame diziam que ela tinha um quarto de tortura nos andares de cima da sua casa, e que quem era mandado para lá nunca mais voltava. Homens da justiça da época procuraram esse tal quarto, e encontraram no caminho uma série de escravos mutilados pendurados pelo pescoço por correntes de ferro.

Dizem que mais de 100 pessoas sofreram na mão dessa cruel serial killer, que fugiu antes de ir para a cadeia e se mudou para Paris.
Jeanne Weber



Jeanne Weber nascida em 7 de outubro de 1874 foi uma serial killer francesa. Ela estrangulou 10 crianças, incluindo a própria filha. Depois que ela foi condenada em 1910, ela enforcou -se em sua cela.
Aileen Carol Pittman



Aileen Carol Pittman, conhecida como Aileen Wuornos, foi uma prostituta considerada a primeira mulher assassina em série dos Estados Unidos.

Sua primeira vítima foi Richard Nallory, um eletricista de 51 anos encontrado no dia 13 de dezembro de 1989 perto de Daytona Beach com três tiros. Aileen o matou após ter sido, por ele, espancada, estuprada e ameaçada de morte. Ao que tudo indica, sua primeira vítima foi feita em legítima defesa. Seis meses depois outro homem foi morto com seis tiros, e sem identificação. Matou ao menos seis homens, entre quem havia Charles Carskaddon, Peter Siems, Eugene Burress, Dick Humphreys e Walter Antonio.

Aileen foi encontrada junto com sua companheira Loreci Inre Casani através de denúncias. Na prisão, Aileen foi diagnosticada com transtorno de personalidade Borderline. Confessou os seis assassinatos e enviou uma carta ao tribunal, pedindo para ser condenada a morte. Declarou odiar profundamente a vida humana e que mataria novamente se fosse libertada. Depois de um longo julgamento e um exame psiquiátrico, foi condenada a morte e executada, por ordem de Jeb Bush, por meio de injeção letal no dia 9 de outubro de 2002.

Sua história rendeu um filme chamado Desejo Assassino. O filme rendeu o oscar de melhor atriz para a sul-africana Charlize Theron que representou Aileen como protagonista. O filme rendeu US$ 33,153,407.00.


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A Alma

sexta-feira, 3 de julho de 2015.
Sei que é uma animação bonitinha mas...Com um lado negro por trás. :3


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A terrível história por trás dos quadros das crianças chorando

quinta-feira, 2 de julho de 2015.



Os quadros de crianças chorando, estão ligados á Giovanni Bragoin.

Ele já teve vários nomes, como Franchot Seviha, Bruno Amadio, Bragolin e J. Bragolin. Nunca foi um pintor muito reconhecido e por isso, dizem que resolveu fazer um pacto com o Diabo, para conseguir fama e vender suas pinturas. O pacto era algo catastrófico: Quem comprasse o quadro, sofreria destruição física e emocional. Dizem que algumas das crianças retratadas estão com as pupilas dilatadas pois estão mortas. Eram crianças reais desaparecidas, encomendadas por Satã.

Há ainda outra lenda, de que quando jogados ao fogo, os quadros não queimavam.

A crença é que os quadros são amaldiçoados. Várias pessoas alegam que seus vizinhos, e até elas mesmas tiveram problemas com os quadrinhos. Como no Jornal The Sun (conhecido por suas histórias sensacionalistas e irreais), onde pessoas tiveram suas casas incendiadas:



Ao todos, existem ou existiram 27 pinturas. Algumas, dizem por aí, contém várias mensagens subliminares demonstrando que as crianças retratadas foram violentamente espancadas.

Na figura 1, parece que no pescoço da menina há uma mão enforcando-a.

Na 2, os olhos e a boca da criança estão inchados. Seu rosto está avermelhado de apenas um lado, e seu nariz está meio torto.

Na 3 há a especulação que a camisa que o menino veste, funciona como uma criatura que o engole. Outras pessoas vão mais longe e especulam que pode ser o próprio Demônio.







Abaixo as coisas ficam mais mórbidas. O braço na pintura não parece ser o da personagem da pintura.



Abaixo o olho direito do menino, parece não existir. E não é questão de sombra nem nada do tipo, parece que ele está sem olho mesmo.



E também rola por aí, a história de que o artista concedeu uma entrevista ao programa global Fantástico nos anos 80, implorando para que todos que possuíssem suas obras a destruíssem. Não há nada na internet com o vídeo ou maiores informações sobre o caso.



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O Que é Real?

quarta-feira, 1 de julho de 2015.
Eu estava voltando da escola, como sempre, e notei uma casa velha , mas não depredada ou pichada, o que é muito estranho, por que por onde eu moro há muitos vândalos e pichadores, como se algo os impedisse, medo, será?

Isso realmente despertou minha curiosidade, e a cada dia, que eu passava por aquela casa, minha curiosidade, cada vez mais e a casa continuava do mesmo jeito, intocada, e então um dia eu agi por impulso e fui entrando, minha mente dizia: 'cara, para enquanto há tempo, tu vai se meter em encrenca, para...'

Mas meu corpo havia parado de obedecer a partir do momento em que pisei no terreno, então entrei , a casa estava vazia e de repente tudo ficou escuro,ignorando o fato de haver janelas no ambiente e ainda estar de dia, mas eu conseguia ver uma luz vindo duma sala e como qualquer pessoa fui ate ela, só que antes de alcança-la, me vi caindo, e enquanto caia,eu tinha visões, cada caso policial não solucionado, roubos, estupros, sequestros, assassinatos, sendo resolvidos pra mim, diante dos meus olhos, realmente incrível... e quando tudo acabou, estava em casa, na minha cama, como se eu só tivesse sonhado tudo aquilo...mas será?

Tudo pareceu tão real...
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